Os melhores provedores de proxy do Brasil - 2026

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Enver Kaya
Autor: Enver Kaya
Cena isométrica: um nó com globo alimenta a coluna mais alta, marcada BR, ao lado de duas colunas menores e uma janela de navegador

Ver o preço real de um produto no Mercado Livre é mais difícil do que parece: o site mostra um vendedor diferente, um prazo de entrega diferente e, na maioria das vezes, um preço diferente conforme o país e o estado de onde vem a requisição. Uma equipe que olha a partir de uma conexão em Türkiye não vê a página que um comprador de São Paulo vê. O mesmo vale para os resultados do Google.com.br, para os anúncios de campanha da Americanas e para as listas de produtos da Shopee BR. Todos esses trabalhos exigem uma única coisa: sair de um endereço IP registrado no Brasil.

Neste artigo comparamos quatro provedores que vendem proxy do Brasil: a Proxynet e três marcas globais. Olhamos para o pool, a cobertura do Brasil, o modelo de preço e as condições de tráfego. Os números dos concorrentes vêm dos sites dos próprios provedores e são de setembro de 2026; a informação que o provedor não publica aparece como "—" na tabela. Vale dizer um ponto desde já: nenhum dos provedores globais publica a quantidade de IPs que tem no Brasil, por isso a coluna do país só está preenchida no nosso caso.

O que é um proxy de localização do Brasil?

O proxy de localização do Brasil, ou simplesmente proxy do Brasil, é o proxy que faz a sua requisição sair de um endereço IP registrado no Brasil. O site de destino vê você como um visitante que se conecta do Brasil: mostra o preço em real brasileiro (BRL), a interface em português e as opções de frete e o resultado de busca de acordo com o país. Existem quatro tipos: o residencial, que sai de conexões domésticas reais; o móvel, que sai da linha de uma operadora; o ISP, registrado em um provedor de linha fixa como Vivo Fibra ou Claro Brasil, mas hospedado em data center; e o de datacenter, que sai direto de um data center. A diferença entre os quatro está em nome de quem o IP é registrado e por quanto tempo o endereço fica com você; explicamos os detalhes no artigo Diferença entre proxy residencial e datacenter.

Para que serve um proxy do Brasil?

  • Monitoramento de preços no e-commerce: no Mercado Livre, preço, vendedor e prazo de entrega mudam conforme o estado de onde vem a requisição. Sem um IP do Brasil, o preço que você coleta não é o preço que o comprador brasileiro vê. Detalhes: monitoramento de preços.
  • SEO local e acompanhamento de posições: os resultados do Google.com.br aparecem em outra ordem quando você olha de fora do Brasil; só dentro do país dá para medir corretamente em que posição um grande vendedor como a Magazine Luiza aparece em cada consulta. Detalhes: Google proxy.
  • Verificação de anúncios: você confere no lugar em que posicionamento e com qual criativo aparece no Brasil o anúncio que você colocou nas campanhas da Americanas. Detalhes: verificação de anúncios.
  • Coleta de dados de marketplaces: as listas de produtos e vendedores da Shopee BR voltam incompletas em requisições de fora do país; com um pool que sai do Brasil, a paginação avança sem quebrar. Detalhes: extração de dados.
  • Gestão de classificados e de contas: em sites de classificados como o OLX Brasil, a sessão precisa continuar no mesmo endereço por dias; a ferramenta para isso é um endereço ISP fixo. Detalhes: Proxies ISP.

O que observar ao escolher um provedor de proxy do Brasil?

  • Existe mesmo IP no Brasil? O pool global anunciado não diz quantos endereços você pode usar naquele país. A fatia brasileira de uma rede de 400 milhões pode ser de alguns milhares de IPs; se o provedor não publica o número do país, pergunte antes de comprar.
  • Divisão por estado e cidade. O Brasil não se comporta como um mercado único: o preço e o prazo de entrega que você vê em São Paulo são outros em Salvador. Veja em quantas cidades o provedor oferece saída e se a escolha de cidade é cobrada.
  • Registro de rede local e variedade de ASN. O site de destino enxerga em qual sistema autônomo o IP está registrado. Uma requisição que vem da rede da Vivo ou da Claro não recebe o mesmo tratamento de uma requisição que vem do bloco de uma empresa de hospedagem; além disso, os endereços precisam estar distribuídos por blocos diferentes.
  • Modelo de preço e prazo. A assinatura mensal é obrigatória, o tráfego ou o saldo não usado expira, em que volume vale o preço "a partir de"? Monte o orçamento pelo preço de renovação, não pelo preço de campanha.
  • Mix de produtos e entrega. Dá para comprar residencial, ISP, datacenter e móvel na mesma conta; há suporte a HTTP, HTTPS e SOCKS5; a autenticação pode ser feita tanto por usuário e senha quanto por autorização de IP? A diferença entre os métodos está no artigo Autenticação de proxy: user:pass ou whitelist de IP.

Os 4 melhores provedores de proxy do Brasil

1. Proxynet

No Brasil, o pool é de 2.747.244 IPs e se espalha por 26 estados e 40 cidades; as saídas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador e Curitiba são escolhidas uma a uma no painel. Na linha fixa há Vivo Fibra, Claro Brasil, Oi e TIM Live; no móvel, linhas Vivo, Claro BR e TIM Brasil. Todos os produtos saem da mesma conta: o residencial com mais de 160 milhões de IPs em 194 países (segmentação por cidade e ASN gratuita), o Proxies ISP com mais de 240.000 IPs fixos em mais de 20 países (todos exclusivamente seus, tráfego sem cota), o Proxies de datacenter com mais de 2 milhões de IPv4 dedicados em mais de 50 países (tráfego sem cota e API REST) e o Proxies móveis com milhares de linhas de operadora em mais de 140 países e sessão fixa de 1 a 60 minutos.

O modelo de preço não depende de um compromisso de quantidade, e sim do saldo da sua conta. O residencial começa no patamar de 3,30 dólares por GB e desce até 1,50 dólares; o IP ISP dedicado fica entre 1,80 dólares e 1,00 dólares ao mês, e o IP de datacenter, entre 1,50 dólares e 0,70 dólares. Não há assinatura nem limite de prazo, o saldo que você carrega não expira e vale para todos os produtos. Há suporte a HTTP, HTTPS e SOCKS5; a autenticação é feita por usuário e senha ou por autorização de IP. Os proxies caem no painel no momento em que o pedido é concluído. O painel é em turco, o suporte responde em turco 24/7 e o pagamento é feito com cartão de crédito ou transferência bancária (havale/EFT).

Prós

  • 2.747.244 IPs do Brasil espalhados por 26 estados e 40 cidades
  • O menor preço base mensal da lista no IP ISP e de datacenter dedicado
  • Tráfego ISP e de datacenter sem cota: sem limite de GB e sem taxa de excedente
  • O menor preço de entrada da lista no residencial
  • Sem assinatura, sem prazo, saldo que não expira
  • Segmentação por cidade e ASN gratuita
  • HTTP, HTTPS e SOCKS5; entrega instantânea
  • Painel em turco e transferência bancária para quem compra de Türkiye

Contras

  • O pool residencial global é menor que o da Bright Data e o da Oxylabs
  • Não há teste gratuito; o serviço é testado com um saldo pequeno
  • Não há produto ISP compartilhado barato, todos os IPs ISP são dedicados
  • A Web Scraper API é liberada por enquanto pela equipe de vendas

Para quem: equipes de monitoramento de preços, SEO, verificação de anúncios, coleta de dados e gestão de contas que acompanham o mercado brasileiro a partir de Türkiye.

2. Bright Data

O maior pool global da lista: mais de 400 milhões de IPs residenciais. No ISP, anuncia mais de 1,3 milhão de IPs fixos em 35 países; no datacenter, 98 países. Não publica um número de IPs separado para o Brasil. O preço de entrada do residencial é de 8 dólares por GB e o patamar mais baixo, 3 dólares; o IP ISP dedicado cai de 3,50 dólares para 2,50 dólares ao mês, e o IP de datacenter dedicado, de 2,20 para 1,30 dólares. No ISP e no datacenter, aplica-se um limite de uso justo de 100 GB por mês a cada IP, com cobrança extra em caso de excedente.

Prós

  • O maior pool residencial global da lista
  • Família ampla de produtos para trabalhos corporativos em muitos países
  • Segmentação por país e cidade, escolha de ASN no residencial
  • Família ampla de APIs de scraping

Contras

  • Preço de entrada do residencial de 8 dólares por GB
  • Limite de uso justo de 100 GB por mês por IP, com cobrança extra no excedente
  • Não publica a quantidade de IPs que tem no Brasil
  • Não divulga a duração nem o volume do teste gratuito

Para quem: equipes corporativas de orçamento amplo que trabalham em dezenas de países ao mesmo tempo.

3. Oxylabs

Provedor global voltado a clientes corporativos, com mais de 175 milhões de IPs residenciais. O preço de entrada do residencial é de 6 dólares por GB e o patamar mais baixo, 2,50 dólares. No móvel, há mais de 20 milhões de IPs em mais de 140 países e a sessão fixa pode ser mantida por até 24 horas. Vende o proxy ISP em dois produtos separados, compartilhado e dedicado, mas no dia em que preparamos este artigo não conseguimos acessar as páginas deles; por isso não escrevemos números nas células de ISP e datacenter. O teste não é self-service, passa pela equipe de vendas.

Prós

  • Rede residencial global com mais de 175 milhões de IPs
  • Sessão fixa de até 24 horas no móvel
  • Suporte corporativo e gerente de contas
  • Família Web Scraper API

Contras

  • Preço de entrada do residencial de 6 dólares por GB
  • Os planos residenciais exigem assinatura mensal
  • O teste não é self-service, passa pela equipe de vendas
  • Não publica a quantidade de IPs que tem no Brasil

Para quem: equipes que trabalham com orçamento corporativo e querem um gerente de contas.

4. Decodo

Antiga Smartproxy. O pool residencial tem mais de 115 milhões de IPs; o preço de entrada é de 4 dólares por GB e o patamar mais baixo, 2 dólares. O IP ISP dedicado cai de 3,33 dólares para 2,50 dólares ao mês, e no ISP compartilhado o preço começa em 0,47 dólares. Do ponto de vista do Brasil, há um limite importante: o IP de datacenter dedicado é vendido em apenas cinco países (Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França e Japão), e o Brasil não está nessa lista. A segmentação por cidade e ASN foi liberada no produto ISP; o teste é de três dias, com 100 MB.

Prós

  • Teste gratuito de três dias, com 100 MB
  • Preço baixo no IP ISP compartilhado
  • Segmentação por cidade e ASN
  • Dá para começar com pacotes pequenos

Contras

  • O IP de datacenter dedicado não é vendido no Brasil
  • As listas de países são inconsistentes entre as páginas do próprio site
  • Não publica a quantidade de IPs do pool ISP
  • Não publica a quantidade de IPs que tem no Brasil

Para quem: quem quer começar com um teste e trabalhos em que não é crítico de quem é o IP.

Tabelas comparativas

Os números vêm dos sites dos próprios provedores, setembro de 2026. "—" é a informação que o provedor não publica ou que não conseguimos verificar.

Pool e cobertura do Brasil

ProvedorPoolIPs do BrasilCidades
Proxynet160M+2.747.24440
Bright Data400M+
Oxylabs175M+
Decodo115M+

A coluna do pool é o tamanho da rede residencial, e dois concorrentes estão à nossa frente nela. Já a coluna do Brasil só está preenchida no nosso caso: os três concorrentes não publicam a quantidade de IPs por país, e nós damos o número 2.747.244 como a soma de todos os produtos. Página do país: proxy do Brasil.

Preço e condições

ProvedorPreço do GBISP (IP/mês)Prazo
Proxynet3,30 dólares1,50 dólares1,80 dólares1,00 dólaresSem prazo
Decodo4 → 2 dólares3,33 → 2,50 dólares
Oxylabs6 → 2,50 dólares
Bright Data8 → 3 dólares3,50 → 2,50 dólares1 mês

A coluna da esquerda é o preço por GB do proxy residencial, do patamar de entrada até o mais baixo; a coluna do meio é o preço mensal do IP ISP exclusivamente seu. Nas duas colunas, a Proxynet fica na base da lista tanto na entrada quanto no piso. A coluna do prazo mostra a segunda diferença: nos planos da Bright Data o tráfego precisa ser usado dentro de um mês, enquanto na Proxynet nem o saldo nem o tráfego expiram e não há obrigação de assinatura. No datacenter, o preço mensal do IP fica entre 1,50 dólares e 0,70 dólares na nossa tabela, entre 2,20 e 1,30 na Bright Data e entre 1,85 e 1,35 dólares na Decodo; a Bright Data coloca um limite de 100 GB por mês nos IPs ISP e de datacenter, enquanto nesses dois produtos não temos cota.

Por que a Proxynet para proxy do Brasil?

O menor preço base por IP

No IP ISP exclusivamente seu, o preço mensal começa no patamar de 1,80 dólares e desce até 1,00 dólares conforme o saldo cresce; no datacenter, a mesma escada funciona entre 1,50 dólares e 0,70 dólares. Os patamares não dependem de um compromisso de quantidade, e sim do saldo da conta, ou seja: uma equipe que compra vinte IPs olha a mesma tabela de preços de uma equipe que compra quinhentos. Tabela atual: preços do proxy ISP.

Tráfego sem cota, saldo que não expira

Nos produtos ISP e de datacenter não há cota de GB, teto de uso justo nem taxa de excedente; você passa quantos dados quiser sobre a quantidade que comprou. No residencial e no móvel não há assinatura nem limite de prazo: o tráfego que você compra não é apagado no fim do mês, fica na sua conta até você usar. O seu saldo vale para todos os produtos, e o que sobra de um produto você usa em outro.

Pool do Brasil espalhado por 40 cidades

O pool não está preso a São Paulo: você tem saída em 26 estados e 40 cidades, e a segmentação por cidade e ASN é gratuita no residencial. Na linha fixa há Vivo Fibra, Claro Brasil, Oi e TIM Live; no móvel, linhas Vivo, Claro BR e TIM Brasil. Os detalhes do país estão na página proxy do Brasil e todos os países, na lista de localizações.

Entrega instantânea e um único painel

Os proxies caem no painel no momento em que o pedido é concluído; você gerencia os produtos residencial, ISP, datacenter e móvel na mesma conta. Há suporte a HTTP, HTTPS e SOCKS5, e a autenticação é feita por usuário e senha ou por autorização de IP. Para quem compra de Türkiye, o painel é em turco, o suporte responde em turco 24/7 e o pagamento também pode ser feito por transferência bancária. O caminho para testar no primeiro dia o proxy que você comprou: Seu proxy está funcionando? Como testar um proxy.

Segmentação por cidade e ASN dentro do Brasil

No Brasil, a abordagem "escolhi o país, está resolvido" produz resultado errado na maioria dos trabalhos. O país é formado por 26 estados e um distrito federal; nos marketplaces, o prazo de entrega, a lista de vendedores e a campanha mudam conforme essa divisão. Um dado de preço coletado com um IP que sai de São Paulo não representa o que o comprador de Salvador vê. Por isso a escolha de cidade é tão importante quanto o fato de a segmentação ser ou não cobrada: se você vai comparar, precisa coletar em paralelo em pelo menos três ou quatro cidades.

A segunda camada é o registro de rede. Cada bloco de IP está registrado em um sistema autônomo (AS) e esse registro é público. Os grandes provedores de acesso do Brasil aparecem nesses registros: a rede da Vivo está registrada como AS27699, a da Claro como AS28573 e a da Oi como AS7738. O site de destino vê logo no primeiro passo se a requisição saiu dessas redes ou do bloco de uma empresa de hospedagem. Pesquisar o endereço de saída do seu proxy em um serviço de consulta de IP e conferir qual registro volta no campo org é mais confiável do que olhar o nome do produto.

A terceira é a distribuição de blocos. Se os trinta endereços que você comprou têm os mesmos três primeiros octetos, todos estão em um único bloco /24. Na maioria das vezes, o site de destino aplica o bloqueio não a um endereço, e sim ao bloco inteiro; aí o erro de um endereço leva os trinta junto. Peça ao provedor endereços de blocos diferentes e, se possível, de ASNs diferentes, e confira a lista recebida no primeiro dia do pedido. A mesma lógica vale para a distribuição por cidade: em um pool que anuncia quarenta cidades no papel, os endereços podem estar amontoados em duas.

Qual tipo de proxy para o Brasil?

TipoQuandoModelo de preço
ResidencialDados de muitas cidadesPor GB
ISPSessão longaPor IP ao mês
DatacenterColeta em alto volumePor IP ao mês
MóvelRegistro de operadoraPor GB

Se você vai coletar preços, resultados de busca ou anúncios no Brasil, o seu ponto de partida é o Proxies residenciais: o endereço sai de conexões domésticas reais, você pode escolher a cidade e a rotação combina com a natureza do trabalho. Se nesse mesmo trabalho a sessão precisa ficar fixa por alguns minutos, você passa para o Proxies de sessão fixa; se precisa de um endereço novo a cada requisição, para o Proxies rotativos. Conforme o volume cresce, o custo por GB vira o item principal; nesse ponto, coletar os alvos de bloqueio baixo pelo Proxies de datacenter puxa o custo total para baixo.

Se você gerencia uma conta de marketplace ou um painel de classificados, a tabela se inverte. Nesses trabalhos, o IP que muda causa problema: o site derruba a sessão e pede uma segunda verificação. O que se procura é um endereço que fique o mesmo por semanas e esteja registrado em um provedor de acesso, ou seja, um proxy ISP. Quando o próprio registro de operadora é determinante, por exemplo em trabalhos que rodam por aplicativo móvel, entra o Proxies móveis. Temos dois artigos que comparam a escolha do produto em mais detalhe: Os melhores provedores de proxy ISP - 2026 e Os melhores provedores de proxy residencial - 2026.

Por que não usar listas de proxy do Brasil gratuitas?

As listas que circulam na internet com o título "free Brazil proxy" parecem de graça, mas o custo real você paga em outro lugar. O primeiro problema é a propriedade: não se sabe quem opera aqueles endereços nem se o tráfego é registrado. Em conexões sem HTTPS, o servidor do meio vê em texto puro os dados que você envia; para um trabalho que passa dados de login ou de clientes, isso sozinho já é motivo suficiente.

O segundo problema é o histórico dos endereços. Um IP publicado em uma lista aberta é usado por centenas de pessoas ao mesmo tempo; os sites de destino já marcaram esses endereços há muito. Quando você tenta coletar dados dos marketplaces brasileiros, aparece uma página vazia, uma tela de verificação ou uma resposta 429. O terceiro é a continuidade: a lista muda todo dia, o endereço para de funcionar no meio do projeto e o seu fluxo de trabalho quebra em silêncio. Explicamos a diferença entre o endereço pago e o gratuito no artigo Proxy privado: o que isso significa de verdade.

Erros comuns

  • Olhar o número do pool global e não perguntar pelo país. A frase "400 milhões de IPs" não diz quantos endereços você vai encontrar no Brasil. Peça o número do país e a distribuição por cidade antes de comprar.
  • Sair de uma única cidade e achar que o resultado vale para o país inteiro. O dado de São Paulo não é a média do país; colete em paralelo em pelo menos três ou quatro cidades.
  • Comprar todos os endereços do mesmo bloco. Trinta IPs no mesmo bloco /24 são quase um IP só do ponto de vista do site de destino.
  • Gerenciar uma conta de marketplace com um pool rotativo. O endereço que muda a cada acesso é o gatilho mais rápido para o lado que derruba a sessão e pede verificação extra. Trabalhos de conta andam com um endereço ISP fixo.
  • Não enxergar a cota em um pacote escrito como "ilimitado". Em alguns provedores há um limite de GB por mês para cada IP, com cobrança extra no excedente. Leia a nota de rodapé embaixo da frase na página do produto.
  • Deixar as configurações do navegador incompatíveis com o IP. Sair com um IP do Brasil e deixar o fuso horário, a preferência de idioma e a moeda conforme Türkiye produz um perfil inconsistente; o site de destino percebe essa contradição antes do IP.

Perguntas frequentes

Qual é o melhor provedor de proxy do Brasil?

A Proxynet. O motivo são o preço e as condições: o menor preço base mensal da lista no IP ISP e de datacenter exclusivamente seu, tráfego sem cota nesses dois produtos, o menor preço de entrada da lista no residencial, nenhuma obrigação de assinatura ou de prazo e entrega instantânea. O pool do Brasil é de 2.747.244 IPs espalhados por 26 estados e 40 cidades. Se você olha apenas para o tamanho do pool, a rede global da Bright Data e da Oxylabs é mais ampla.

Como comprar um IP do Brasil?

Você carrega saldo na sua conta pelo painel e escolhe o produto e o país; o proxy é entregue na hora. No residencial, a preferência de cidade e de ASN é feita no criador de endpoint; no ISP e no datacenter, os endereços são atribuídos à sua conta junto com o pedido. Não é preciso abrir uma assinatura.

De quais cidades do Brasil posso ter saída?

O pool se espalha por 26 estados e 40 cidades. São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador e Curitiba são as saídas mais usadas; a lista completa e os detalhes do país estão na página proxy do Brasil.

Quanto custam os proxies do Brasil?

Na Proxynet, o residencial começa no patamar de 3,30 dólares por GB e desce até 1,50 dólares conforme o saldo cresce. O IP ISP dedicado começa em 1,80 dólares ao mês e o IP de datacenter, em 1,50 dólares ao mês. Nos provedores globais que comparamos, o preço de entrada do residencial fica entre 4 e 8 dólares por GB.

Vale a pena usar um proxy do Brasil gratuito?

Não recomendamos. Não se sabe quem opera os servidores das listas gratuitas, o seu tráfego pode ser monitorado e os endereços já estão marcados na maioria dos sites de destino. Alguns endereços comprados com um saldo pequeno saem mais barato, tanto pela exatidão do resultado quanto pela segurança dos dados.

Usar proxy é legal em si; o que define o limite é o que você faz através do proxy. Se você processa dados pessoais, entra em cena a LGPD, a lei de proteção de dados do Brasil, e cumprir os termos de uso do site de destino é responsabilidade sua. Os detalhes estão no artigo Web scraping é legal? Um panorama.

Em resumo

No proxy do Brasil, o que decide não é o pool global anunciado; é a quantidade de endereços realmente utilizáveis no país, a distribuição por cidade e ASN, o preço mensal por IP e as condições de tráfego. O provedor que oferece esses quatro pontos junto com tráfego ISP e de datacenter sem cota, saldo que não expira e entrega instantânea é a Proxynet. Os detalhes do produto estão na página Proxies residenciais e todos os produtos, na página nossos serviços de proxy.